Happy Hour de firma geralmente é um saco. Mas se você for um funcionário da Google de Londres, pode ser a melhor coisa nessa vida.
Você acredita que os sortudos ganharam uma apresentação especial dos brilhantes músicos Nathan “Flutebox” Lee e Beardyman, os reis do beatbox?
Não precisa falar inglês nem gostar de beatbox pra curtir o som que esses dois levam.
Só pra você ver como a coisa é boa, em menos de 2 semanas no ar, o vídeo dos caras já foi acessado mais de 1 milhão e 500 vezes no YouTube.
Eu não consigo parar de assistir. É bom demais.
Depois de lançado o videoclipe da banda Matt & Kim (publicado anteriormente neste blog), foi criada uma nova regra para filmar videoclipes. E a regra é esta: “Na falta de idéias, tire as roupas e ande pelado no meio de uma rua lotada de gente em plena luz do sol.”
Funciona pacas.
Ah, e se você reparou que também tem uma música tocando no vídeo, devo informar-lhe que a banda é formada por 2 DJs franceses e se chama Make The Girl Dance. Se tiver um tempinho, entre no myspace dos caras.
Pelo jeito, o excelentíssimo presidente dos EUA, o Sr. Barak Obama, é o rei do stand-up.
Prova disso é o engraçadíssimo discurso que ele apresentou aos seus convidados na Casa Branca.
Se ele vai conseguir resolver o problema da economia, ainda não temos como saber. Mas por enquanto, me satisfaço sabendo apenas que ele seria ótimo para animar minha rodinha de chope.
(Infelizmente, nossa pacata estrutura Pop Prop ainda não disponibiliza tradução para o português dos vídeos aqui postados. Mas se você manja o mínimo da língua da terra do Tio Sam, vale uma espiada. É bom demais.)
Em 1987 eu assiti a um show que me marcou pelo resto da vida. Foi no The Ritz, no East Village, em Nova York. Eu tinha uns 16 anos. Era um cara só no palco, com sua guitarra e um estilo de cantar que anos depois eu reconheci copiado no jeito de cantar do Billy Joe do Green Day, que nem inglês é, mas canta com um sotaque Cockney (da classe trabalhadora inglesa) inexplicável. O original, Billy Bragg era inglês, punk e socialista , uma combinação que não poderia ser mais radical nos anos 80 — com a Thatcher na Inglaterra e Regan nos EUA. Até hoje quando eu ouço Billy Bragg cantando eu me sinto com 16 anos de novo. Não é bem saudosismo, porque junto com o som vem uma certa melancolia. Não é uma sensação de “Ah! como era bom aquele tempo.” É mais, “Ah, como eu era vivo naquele tempo.” Tem uma verdade ali que eu não enxergo mais. Porque algumas verdades acho que a gente só enxerga quando tem 16 anos e a desilusão e os acidentes de carro só acontecem com os outros.
O disco daquela turnê se chamava “Talking to the taxman about poetry” (Falando de poesia com o cobrador de impostos), nome tirado de um poema do poeta russo Vladimir Maiakovski, que eu descobri por causa dessa música. O bom de ter 16 anos era que haviam muitos Maiakovskis pra se descobrir.
Olha aí um pouco de BIlly Bragg.
As operadoras de TV a cabo não querem liberar o ponto extra grátis pros assinantes de jeito nenhum.
É claro que o assunto “liberar o ponto extra” pode acabar em piada de duplo sentido. Mas não é caso aqui.
Eu por princípio acho errado o governo se meter em qualquer assunto interno de qualquer segmento. O que eu não entendo é a burrice contumaz das operadoras. Como assinante da NET de longa data, já tive a oportunidade de atrapalhar ou reverter uma quantidade imensurável de pacotes combo e assinaturas da vagabunda operadora. Recomendo mais a varíola ou o tifo. O serviço é lamentável, o atendimento é ofensivo, a ética é altamente questionável — seu NET Virtua de 2Mb é ATÉ 2Mb, só rola se ninguém mais no mundo tiver usando ao mesmo tempo que você — enfim, a NET só não é pior porque a concorrência também é ruim.
Mas não é disso que eu vim aqui pra falar.
As TVs a cabo, bem como as abertas vivem da venda de espaço para publicidade. O ponto extra significa mais gente assistindo a mais canais (ou gente que está brigada assistindo ao mesmo canal em lugares diferentes da casa, o que me parece um pouco raro). Ou seja: enquanto o filho está colado no Discovery Kids o papai pode dar audiência pra ESPN. Com mais audiência, a receita da operadora aumenta, mais comerciais são assistidos e mais gente fica menos infeliz.
A relutância das operadoras em lhe ceder o ponto extra é justificada por um aumento de custo operacional a banda de cabeamento — quantidade de informação que cabe naquele cabinho branco de uma só vez — ocupada pela TV vai aumentar e piorar ainda mais os já bem porquinhos serviços de Internet e Telefonia IP. Acontece que as significativas receitas de Internet e telefonia IP vão pra operadora (NET, TVA, etc) e a receita do aumento de audiência vai para os canais (uma parte menor obviamente pra operadora).
Então as operadoras de cabo, que só tem a concessão pra lhe oferecer uma boa TV, não tão nem aí pra TV. Era só proibir a mesma empresa de vender TV, telefonia IP e Internet que a coisa logo melhorava. Ou permitir que as empresas de telefonia também lhe vendam TV a cabo. Mas disso o Jornal Nacional não vai ser a favor pois a NET é do mesmo dono.
“Star Wars Weekend” é como o pessoal da Terra do Tio Sam chama os finais de semana que os parques temáticos da Disney promovem todos os anos, entre o final de maio e o começo de junho.
Os pôsters abaixo não foram criados para serem vistos pelo público em geral. São utilizados apenas em campanhas direcionadas aos funcionários das empresas do velho Walt. Mas como eu não resisto um convite para compartilhar coisas legais, seguem os ditos cujos:
O cidadão da foto acima se chama Jonah Samson. Além de fazer as mocinhas (e alguns rapazes também – por quê não?) suspirarem nas horas vagas, este pedaço de mau caminho também é clínico geral (onde estão meus sais?!) e fotógrafo (…mais suspiros…).
Abaixo você vai ver seu trabalho mais recente chamado “Pleasantville”.
É uma série de fotos realisticamente surreais ou surrealisticamente realistas. Ainda não decidi.
Pra quem quiser saber, ele mesmo monta os dioramas e depois os fotografa.
Além da beleza óbvia do trabalho do doutor, o que mais me chamou a atenção foi a temática sinistra de suas peças.