Olhas só esta paródia de um telejornal cobrindo o lançamento do novo gizmo inútil da Sony.
Postado por Rodrigo Leão
Olhas só esta paródia de um telejornal cobrindo o lançamento do novo gizmo inútil da Sony.
Postado por Rodrigo Leão
Categorias: Uncategorized
Adorei essa campanha de liquidação de 50% da Ikea.



Taí uma marca que só gera suspiros na hora de expor sua comunicação. Prova disso é o brilhante comercial criado em 2003 que ganhou Grand Prix em Cannes. Detalhe: foi dirigido por ninguém mais, ninguém menos que um dos maiores frequentadores do nosso blog, Spike Jonze.
(Outro detalhe: se você clicar no nome do Spike na frase anterior, vai parar em um site bem bacana chamado Coloribus, uma ferramenta bem útil para quem adora assistir e fazer download de comerciais em alta resolução. Vai lá.)
Postado por Renata Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: coloribus, grand prix cannes 2003, IKEA, liquidação, sale 50% off, Spike Jonze
A revista The Economist dispensa maiores apresentações. A capa desta semana também. Olha só que divertido.

Pra quem se lembra (e pra quem nunca ouviu falar), esta capa tem como referência aquela outra famosa capa de 1976 da revista The New Yorker.

Postado por Renata Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: capa de revista, cartoon, China, cover, Steinberg, The Economist, The New Yorker
Sagmeister (por muitos considerado um gênio das artes gráficas) desenvolveu uma série de designs que estarão expostos à partir deste mês nas vitrines das lojas da marca American Rag.
Até o momento, só foram reveladas ao público as 2 primeiras obras encomendadas para esta série especial de arte. Uma delas, você confere abaixo.

Segue um trechinho do press-release: “Sagmeister pegou a 501, examinou sua origem e literalmente descascou a silhueta icônica até chegar na matéria-prima que compõe seu DNA.”
Agora vem a parte legal: os sortudos que comprarem seus pares de 501 nas lojas American Rag de Los Angeles e São Francisco, levam para casa, de graça, uma reprodução em qualidade de museu do pôster de Sagmeister.
Mas tem que correr. Porque como tudo na vida, o que é bom tem estoque limitado.
Postado por Renata Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: American Rag, Levi's 501, pôster, Sagmeister
Com quantos hambúrgueres se faz uma Mona Lisa?
Até que enfim alguém descobriu uma utilidade para aquela gordurada melequenta do hambúrguer.
A esta altura, Da Vinci deve estar se revirando na cova…
Postado por Renata Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: burger grease art, Da Vinci, Fast Food, gordura, hamburguer, Mona Lisa
Peguei estes dados no Terra.com.br, num matéria do Bob Fernandes sobre a nova Lei Rouanet. Estes números aqui mostram porque é tão difícil haver uma experiência cultura comum a todos os brasileiros. A verdade é que não temos experiências culturais comuns porque uns 170 milhões de brasileiros não tem experiência cultural nenhuma. Dá uma olhada nos números:
O Brasil tem 189 milhões de habitantes.
Só 26 milhões deles vão ao cinema uma vez a cada mês, ao menos.
Dentre os brasileiros, 174 milhões jamais puseram pés e olhos no interior de um museu.
Da mesma forma, 176 milhões nunca viram uma exposição de arte e 148 milhões não passaram nem perto de um espetáculo de dança.
Dos 5.565 municípios do país, 5.008 deles não têm teatro, cinema, museu ou qualquer espaço que possa abrigar tais atividades.
Tá explicado. Na ponta do lápis.
Postado por Rodrigo Leão
Categorias: Uncategorized

Where the Wild Things Are (versão brasileira ainda sem tradução oficial) de Maurice Sendak é um livro infantil que narra as aventuras de um garotinho cheio de imaginação chamado Max. Escrito em 1963, o livro tem apenas 10 frases, porém é considerado um clássico na sua categoria. No conceito original do livro, os personagens que interagem com Max eram para ser cavalos. Mas quando o autor descobriu que não sabia desenhar cavalos, resolveu trocar todos por monstros. (Obviamente, ele nunca ouviu falar nesse livro aqui.)
Devido a brilhante escolha de seus produtores, a versão cinematográfica será filmada por ninguém mais, ninguém menos que Spike Jonze.
De acordo com o site IMDB, o filme está marcado para estrear no Brasil dia 30 de Outubro de 2009.
Vou já reservar meu ingresso no cinema. E levar a sobrinhada pra me fazer companhia (vou precisar que alguém segure minha mão na cena do monstro).
Se você for um pouquinho parecido comigo e não aguenta esperar pra sentir um gostinho do que nos aguarda, pode clicar aqui e beliscar um trechinho do filme.
Dica do meu amigo Snow.
Postado por Renata Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: Dave Eggers, Maurice Sendak, Spike Jonze, Wherw the wild things are
Adivinha quem é meu artista vivo predileto?



As peças acima são da Crude Oil Series. E são muito conhecidas, eu sei, eu sei. Só decidi postá-las porque as adoro. E porque uma pequena dose de Banksy todos os dias faz bem danado pra saúde da gente, sabia?
Postado por Renata Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: banksy
Achei este texto aqui que eu escrevi pra uma querida amiga que precisava de um monólogo pra encenar numa prova no seu curso de teatro. Tinha esquecido dele e encontrei sem querer. Depois é que eu lembrei que tem uma peça de sucesso chamada “Os Monólogos da Vagina” e esse aí de certa forma é um monólogo sobre pentelhos. Mesmo considerando a proximidade dos assuntos acho que, como na vida real, uma coisa independe da outra. Veja aí o que você acha.
Mulher entra no palco olhando para dentro de suas próprias calças. Com os dedos ela puxa pra frente a cintura da calça, esticando-a e olha pra baixo com desgosto. Ela caminha enquanto faz isso várias vezes até que pára de frente para o público, ainda sem falar nada .Olha pra baixo. Olha pro público. Olha pra baixo. Olha pro público. Até que dá um suspiro e começa a falar.
Ela: Pentelhos…(pausa e olha par ao público). Não vocês. Os pentelhos mesmo. (Ela aponta pra dentro da calça) Eu nem conheço vocês pra saber se vocês são pentelhos…Quer dizer, com certeza devem ter alguns pentelhos aí, misturados nesse grupo de pessoas maravilhosas, divinas, exclusivas e inteligentes que são vocês. Sempre tem uns pentelhos escondidos (ela imita como seriam uns pentelhos escondidos) tentando se passar por gente normal. Mas é louco, né? Como a gente chama gente chata de pentelho. Puta sacanagem com os pentelhos. O que é que os pentelhos fizeram pra levar esta fama de chatos. Pô os pentelhos são uma coisa normal da vida. Tão ali… não incomodam ninguém. Ninguém persegue os bigodes, os cavanhaques, as barbichas. Só porque são perto da boca. Oh! Grande coisa. Se você plantar bananeira os pentelhos são o bigode da piroca e da prexeca. E olha que tem muita boca mais mal frequentada que muita prexeca. Mas isso é outro assunto. Não, não vou pentelhar vocês com isso. Aí! Ta vendo!! Pentelhar. Um verbo criado só pra falar que você tá incomodando. Como se pentelho fizesse alguma coisa contra alguém. Pentelho não faz mal a ninguém, não compra voto, não tem recursos não contabilizados, não tem conta secreta no exterior. Um pentelho, no máximo, faz o seu namorado dar uma engasgadinha quando ele leva o bigode dele pra conhecer o seu. E olha que tem muito namorado que não faz essa visita cortesia do bigode dele com e seu e aí você já sabe. Os bigodes ficam longe dos pentelhos, aquela distância vai crescendo, crescendo, crescendo…e é aí que nasce o preconceito. Dessa distância. Aliás (ela dá uma olhadinha pros lados, como se checando se tem alguém ali e passa a falar em tom conspiratório) eu tenho uma teoria sobre o preconceito que os pentelhos sofrem. Não. É sério. Eu tenho mesmo. Porque pensa: pentelhos normalmente são pixains, né? Afro descendentes (ela faz um espiral com a mão quando fala isso) Tá entendendo? Os pentelhos são o lado negão de todo mundo. Representantes da negritude nagô de todos nós. O nosso bloquinho afro. Um Afroreggae capilar. Uma manifestação da miscigenação e do sincretismo entre as nossas pernas. É muita gente não lida bem com isso. Não. Em vez de ficar contente com aquela ilhota de suingue no seu mar de branquitude, fica lá sonhando com uma escova progressiva bem pequenininha que transformasse aquela globeleza toda numa paquita sem sal. Isso aí é coisa de americano. Com certeza. Americano que curte esse barato de Ku Klux Klan, essa doidera toda. E a vítima inocente, os pentelhos ali, fraquinhos, singelinhos, coitadinhos, completamente indefesos. Até porque minha gente, se os pentelhos não fossem indefesos ninguém is conseguir se depilar. Ia ser o planeta da Claudia Ohana. A gatinha tira a calcinha e lá está o Urco do planeta dos macacos olhando pro rapaz. Mas a natureza é sábia. Ah é. Imagine se os pentelhos pudessem se defender de você. Ia complicar muito a depilação. Você lá com o seu epilady e os pentelhos dando uns jiu-jitsus em você (ela enfia a mão dentro da calça e desenvolve fisicamente a luta entre os pentelhos e sua mão com epilady, é derrubada, cai no chão e se recupera ofegante olhando com medo pra dentro da calça). É…ainda bem que eles são indefesos. Mas não pense que a luta acaba aí não. O pentelhos tão envolvidos numa luta subliminar contra a opressão. “Vive la resitance pentelheuse!!”, como diriam os franceses. Eles estão usando da própria filosofia sanguinária do capitalismo pra lutar pelos seus direitos. É. Marketing. É o marketing que vai salvar os pentelhos. Porque você sabe, né? Aquele papo de o meio é a mensagem. Tipo isso aí. A mulherada tá depilando símbolos na pentelheira e com isso fazendo um trabalho de propaganda subliminar que vai sacudir as estruturas dessa ditadura anti-pentelialista. Tem mulher depilando em forma de setinha. E olha que nem assim o namorado entende aquela história dos bigodes que agente falou anteriormente. Tem umas que fazem depilação em forma de coração. Até de pombinha tem, apesar de que eu acho que depilar uma pombinha meio trocadilho, né? Muito meta-linguístico. Eu mesma entrei nessa luta. Cês querem ver? Será que eu vou ser presa? Tem menor aí no meio? Bom, quem vai no teatro é pra ver mulher pelada mesmo então não custa nada dar o meu recado. Vai lá Brasil, seguuuuuuura.
Ela abaixa as calças e tem uma calcinha cor da pele com pentelhos falsos feitos de pelúcia preta onde se lê: FIM.
Postado por Rodrigo Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: monólogo, pentelhos, stand up
Você nunca viu nem ouviu nada assim. Mas era como se estivéssemos esperando por isso. Como se algo no fundo da nossa consciência estivesse nos preparando pra isso. O músico israelense Kutiman (nascido Ophir Kutiel) e com um CD homônimo lançado pela gravadora Melting Pot, resolveu remixar o YouTube, criando novas canções com samples de vídeo e áudio tirados direto do inconsciente coletivo visual que se tornou este site. Da Torre de Babel formada por milhões de almas penadas solitárias que mandam seus vídeos tocando sozinhos Kutiman cria banda virtuais formadas por pessoas que talvez nem saibam que estão nos seus remixes. Não bastasse a curiosidade o que espanta mesmo é a qualidade foda do resultado. Talvez a primeira prova verdadeira de que haja realmente um inconsciente coletivo. Tá tudo no lindo site chamado Thru-you.com (através de você ponto com). Aqui tem um exemplos mas você tem de ver os outros, promete? Dica do mestre João Vicente Castro.
Postado por Rodrigo Leão
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: inconsciente coletivo, Kutiman, mashup, remix, video remix, youtube