Pop Prop

Brincando de Carrinho

Julho 8, 2009 · Deixe um comentário

O Goodwood Festival of Speed acontece todo ano em West Sussexx, Inglaterra, desde 1993. Porém, nos últimos anos, o frisson em torno do evento têm trazido, além dos habituais amantes de carros de corrida, amantes da arte também. Pra quem quiser saber, as impressionantes instalações abaixo foram todas feitas pelo mesmo artista, Gerry Judah.
Instalação patrocinada pela AUDI:
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Instalação patrocinada pela LAND ROVER:
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Instalação patrocinada pela MERCEDES BENZ:
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Postado por Renata Leão

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Wiki-Clipe

Julho 7, 2009 · Deixe um comentário

Para quem gosta de novidade, eis um clipe da simpaticíssima banda japonesa Sour para a música Hibi No Neiro (que em português, significa algo como “Tom de Cada Dia”).
O mais bacana é que os próprios fãs da banda ajudaram a produzir e coreografar o impressionante vídeo, criando um trabalho coletivo apenas com a ajuda de webcams. Vale a conferida.

Postado por Renata Leão

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Smart, agora pra homem.

Julho 7, 2009 · Deixe um comentário

O Smart for Two, parceria da Swatch com a Mercedes-Benz é um sucesso. Pequeno, bonitinho, cabe em qualquer lugar, gasta pouco e é muito fofo. Atributos que automaticamente transformaram este primo não muito maior dos Hot Wheels no objeto de desejo da mulherada. Mas sabe como é. Sendo a sub-cultura dos automóveis um nicho dos útimos resquícios de neanderthalismo masculino aceito em sociedade, a pecha de “carro de mina” pode prejudicar a performance das vendas. Tanto que já começam a surgir especulações sobre novas parcerias da Smart com a Audi, Porsche, Corvette, e até mesmo Lamborghini. Não vou mentir pra você. Veja as fotos e me diga.
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Casa Darwin cria seu primeiro comercial pra TV

Junho 18, 2009 · 19 Comentários

Depois de um bom tempo sem escrever comerciais tive a chance de criar e produzir este aqui pra comemorar os 30 anos da marca Melissa. O comercial, que tem um minuto e meio, vai ser lançado em TV a cabo em agosto mas já está no ar no YouTube e passando nos desfiles do SPFW verão 09/10. Não é um comercial com piada nem sacadinha. O briefing que eu recebi do cliente foi literalmente: “Rodrigão, eu quero um comercial pra chorar.” Não veio nem por escrito. Ontem no primeiro dia do SPFW, estava eu no lounge quando fui convocado a dar uma entrevista pra uma TV do Ceará, cobrindo o evento. A repórter, antes de falar comigo, deitou-se num dos pufes estratégicamente colocados no salão, vestiu os fones de ouvido e assistiu ao comercial, que passa no teto do lounge em telas de LCD. Ao se levantar pra começar a entrevista ela pediu um minuto. Estava chorando. Demorou uns cinco minutos pra se recompor. Nunca imaginava que aquele comercial tão fofinho fosse relembrá-la de tantas partes da sua vida. Foi uma espécie de Leão de Ouro de água e sal que eu recebi ali naquele momento.

O motivo pelo qual um monte de mulheres tem chorado ao assistir esse comercial eu sei qual é. O segredo é que ele não conta nenhuma vantagem do produto, mas espelha com verdade a vida de quem usou e usa Melissa. O David Mamet, que é um escritor que eu admiro muito, especialmente no tópico Teoria Dramática, sempre fala que uma peça, um filme (e acredito eu, até um comercial) nunca podem tentar ser reais. A realidade, segundo ele, é infinitamente mais complexa, sobreposta, confusa e inesperada do que qualquer artista jamais seria capaz de retratar. A boa arte, segundo ele não deve tentar ser realista. Deve tentar ser verdadeira.

Eu cresci com 3 irmãs. Esse comercial, de certa forma, é a história delas, mas também é a história da minha mulher e sua amiga Pat, a história da Raquel, minha amiga e cliente, e também a de muitas outras mulheres.

Quem produziu foi um coletivo de talentos (produtora moderna chama coletivo) chamado ideiaforte e quem fez a trilha linda foi a Somzera. A locução incrível é da minha irmã e blogueira Renata Leão (pra mim, a mágica do filme está na verdade que ela colocou na locução). Espero que você goste.

Postado por Rodrigo Leão

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Boneco do posto intelectual

Junho 4, 2009 · 4 Comentários

O artista plástico Joshua Allen Harris cria suas próprias versões daqueles bonecos infláveis que dançam alegres em frente aos postos de gasolina, funilarias e mecânicas. No caso de Joshua, ao invés de figuras humanas, seu trabalho é composto de animais, reais e mitológicos, criados com sacos de lixo e que usam os sistemas de exaustão do metrô de Nova York pra encher de ar os bichos. Lembra o lindo trabalho do grupo suíço Mummenschanz
Olha aí.

Postado por Rodrigo Leão

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Versões literais de vídeos.

Junho 1, 2009 · 2 Comentários

Hoje, depois de receber mais um link do sempre bem informado João Vicente Castro, percebi um novo fenômeno no youtube. com. São os “Literal video versions”. Encontrei mais de 600 postagens dessa nova categoria que consiste em dublar vídeos antigos com uma versão da música em que a letra narra o que se está vendo no videoclipe. Como em todo tipo de humor, tem os mais engraçados e os nem tanto assim. O que mais me intrigou é como uma idéia rapidamente se torna uma categoria inteira de humor rapidamente nesses tempos. Abaixo a versão de “Total Eclipse of the Heart”. Uma das melhores que eu vi até agora.

Postado por Rodrigo Leão

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Happy Hour de Firma

Maio 18, 2009 · Deixe um comentário

Happy Hour de firma geralmente é um saco. Mas se você for um funcionário da Google de Londres, pode ser a melhor coisa nessa vida.
Você acredita que os sortudos ganharam uma apresentação especial dos brilhantes músicos Nathan “Flutebox” Lee e Beardyman, os reis do beatbox?
Não precisa falar inglês nem gostar de beatbox pra curtir o som que esses dois levam.
Só pra você ver como a coisa é boa, em menos de 2 semanas no ar, o vídeo dos caras já foi acessado mais de 1 milhão e 500 vezes no YouTube.
Eu não consigo parar de assistir. É bom demais.

Postado por Renata Leão

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Tudo Pela Arte

Maio 15, 2009 · 1 Comentário

Depois de lançado o videoclipe da banda Matt & Kim (publicado anteriormente neste blog), foi criada uma nova regra para filmar videoclipes. E a regra é esta:
“Na falta de idéias, tire as roupas e ande pelado no meio de uma rua lotada de gente em plena luz do sol.”
Funciona pacas.

Ah, e se você reparou que também tem uma música tocando no vídeo, devo informar-lhe que a banda é formada por 2 DJs franceses e se chama Make The Girl Dance. Se tiver um tempinho, entre no myspace dos caras.

Postado por Renata Leão</strong

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Seinfeld quem?

Maio 14, 2009 · Deixe um comentário

Pelo jeito, o excelentíssimo presidente dos EUA, o Sr. Barak Obama, é o rei do stand-up.

Prova disso é o engraçadíssimo discurso que ele apresentou aos seus convidados na Casa Branca.

Se ele vai conseguir resolver o problema da economia, ainda não temos como saber. Mas por enquanto, me satisfaço sabendo apenas que ele seria ótimo para animar minha rodinha de chope.

(Infelizmente, nossa pacata estrutura Pop Prop ainda não disponibiliza  tradução para o português dos vídeos aqui postados. Mas se você manja o mínimo da língua da terra do Tio Sam, vale uma espiada. É bom demais.)

Postado por Renata Leão

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Um cara só

Maio 11, 2009 · 1 Comentário

Em 1987 eu assiti a um show que me marcou pelo resto da vida. Foi no The Ritz, no East Village, em Nova York. Eu tinha uns 16 anos. Era um cara só no palco, com sua guitarra e um estilo de cantar que anos depois eu reconheci copiado no jeito de cantar do Billy Joe do Green Day, que nem inglês é, mas canta com um sotaque Cockney (da classe trabalhadora inglesa) inexplicável. O original, Billy Bragg era inglês, punk e socialista , uma combinação que não poderia ser mais radical nos anos 80 — com a Thatcher na Inglaterra e Regan nos EUA. Até hoje quando eu ouço Billy Bragg cantando eu me sinto com 16 anos de novo. Não é bem saudosismo, porque junto com o som vem uma certa melancolia. Não é uma sensação de “Ah! como era bom aquele tempo.” É mais, “Ah, como eu era vivo naquele tempo.” Tem uma verdade ali que eu não enxergo mais. Porque algumas verdades acho que a gente só enxerga quando tem 16 anos e a desilusão e os acidentes de carro só acontecem com os outros.
O disco daquela turnê se chamava “Talking to the taxman about poetry” (Falando de poesia com o cobrador de impostos), nome tirado de um poema do poeta russo Vladimir Maiakovski, que eu descobri por causa dessa música. O bom de ter 16 anos era que haviam muitos Maiakovskis pra se descobrir.
Olha aí um pouco de BIlly Bragg.


Postado por Rodrigo Leão

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